Eis a baixo o poema Luar de Taipu e os hinos de Nossa Senhora
do Livramento, padroeira de Taipu, de autoria do padre Afonso Lopes Ribeiro.
Nesta hora
cantam as aves
E o nosso
peito se agita
Quanta
inspiração palpita
Desde as
flores ao bambu
A natureza
desperta
E as virgens
cantam sonhando
Por entre
risos saudando
O luar de
Taipu
Oh lua!
Quando apareces
Com raios do
sol dourado
Toda chique
embalsamada
Nos cumes
dos verdes montes
Faz nos
lembrar com saudade
Da vida dos
tempos primeiros
Quando
alegre e prazenteiro
Seus raios
beijavam a fonte
Bendita seja
mil vezes
Lua de um
céu prateada
Lua de amor
engastada
Num diadema
de luz
Astro famoso
Será uma
jaça em punjança
O sol da
nossa esperança
Na terra de
Santa Cruz.
HINO OFICIAL DE NOSSA SENHORA DO
LIVRAMENTO
As nossas
almas vêm pressurosas
Cheias de
doce contentamento
Do seu afeto
trazem-vos rosas
Ó Virgem do
Livramento.
Dos que
sofrem sois o alento
Sois nossa
Mãe e Senhora
Ó Virgem do
Livramento.
Nos
sofrimentos de nossos dias
Vós sois um
astro fulgente e santo
Dourando a
terra das alegrias
Calmando a
mágoa do nosso pranto.
Nascer
sentimos no coração
A Vós
elevamos ó Mãe querida
Os vossos
hinos de gratidão.
Aceita hoje,
Mãe do Senhor.
Os lírios
brancos de nossa crença
As rosas
rubras de nosso amor.
Que Deus
conserva/ em seus rosais/
mandai a
terra / de paz sequiosa /
as vossas
bênçãos / cheias de paz.
Glória à Mãe
do livramento/ padroeira da cidade.
Nossa
Senhora/ manhã sagrada /
que surge
sempre para Jesus/
a nossa vida
/ noite cerrada /
as vossas
bênçãos cheias de luz.
Nossa
Senhora/templo precioso
Da nossa
crença, / branca sem véu
As nossas
almas/ tristes sem pouso
Abri as
portas /de ouro dos céus
FONTE - CRÔNICAS TAIPUENSES
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