FATOS POLICIAIS

quinta-feira, 8 de junho de 2023

AFONSO LOPES RIBEIRO

 

Eis a baixo o poema Luar de Taipu e os hinos de Nossa Senhora do Livramento, padroeira de Taipu, de autoria do padre Afonso Lopes Ribeiro.

 

 LUAR DE TAIPU

Nesta hora cantam as aves

E o nosso peito se agita

Quanta inspiração palpita

Desde as flores ao bambu

A natureza desperta

E as virgens cantam sonhando

Por entre risos saudando

O luar de Taipu

Oh lua! Quando apareces

Com raios do sol dourado

Toda chique embalsamada

Nos cumes dos verdes montes

Faz nos lembrar com saudade

Da vida dos tempos primeiros

Quando alegre e prazenteiro

Seus raios beijavam a fonte

Bendita seja mil vezes

Lua de um céu prateada

Lua de amor engastada

Num diadema de luz

Astro famoso

Será uma jaça em punjança

O sol da nossa esperança

Na terra de Santa Cruz.

  

HINO OFICIAL DE NOSSA SENHORA DO LIVRAMENTO

As nossas almas vêm pressurosas

Cheias de doce contentamento

Do seu afeto trazem-vos rosas

Ó Virgem do Livramento.

 Do céu sois formosa aurora

Dos que sofrem sois o alento

Sois nossa Mãe e Senhora

Ó Virgem do Livramento.

 

Nos sofrimentos de nossos dias

Vós sois um astro fulgente e santo

Dourando a terra das alegrias

Calmando a mágoa do nosso pranto.

 As alegrias de nossas vidas

Nascer sentimos no coração

A Vós elevamos ó Mãe querida

Os vossos hinos de gratidão.

 Por vossa graça e saudade imensa

Aceita hoje, Mãe do Senhor.

Os lírios brancos de nossa crença

As rosas rubras de nosso amor.

 Não há menção à cidade de Taipu, sede da paróquia, somente se canta à Virgem.

 HINO POPULAR DE NOSSA SENHORA DO LIVRAMENTO

 Nossa Senhora / Mais bela rosa /

Que Deus conserva/ em seus rosais/

mandai a terra / de paz sequiosa /

as vossas bênçãos / cheias de paz.

 Glória, glória a Virgem pura / sol de augusta claridade/

Glória à Mãe do livramento/ padroeira da cidade.

Nossa Senhora/ manhã sagrada /

que surge sempre para Jesus/

a nossa vida / noite cerrada /

as vossas bênçãos cheias de luz.

Nossa Senhora/templo precioso

Da nossa crença, / branca sem véu

As nossas almas/ tristes sem pouso

Abri as portas /de ouro dos céus

FONTE - CRÔNICAS TAIPUENSES

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